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O Amor incondicional de Jesus

Atualizado: Mar 26

A primeira característica marcante de Jesus estava na maneira como amava as pessoas.

Por Ivonaldo Lopes

Geralmente, quando se faz a seguinte pergunta: - “Em sua opinião, quem é Jesus Cristo?”- a resposta é: “Ele foi um grande líder religioso”. Jesus Cristo realmente foi um grande líder religioso, mas penso que Ele não foi apenas isso. Através dos séculos, a humanidade tem se dividido a propósito da questão “Quem é Jesus?”. E por que tanto atrito em torno de um indivíduo? Por que é que este nome, mais que qualquer outro nome de qualquer outro líder religioso, suscita tanto conflito? Por que é que quando se fala a respeito de Deus, ninguém se perturba, mas basta mencionarmos o nome de Jesus, e as pessoas logo querem encerrar a conversa ou então colocam-se na defensiva? Certa vez comentei qualquer coisa a respeito de Cristo com um parente e a resposta foi: “Não gosto de discutir religião; principalmente se for para falar de Jesus Cristo”. Por que é que, em se tratando de Jesus, a situação difere da de outros líderes religiosos? Por que os nomes de Buda, Maomé ou Confúcio não “agridem” as pessoas? A razão é que estes outros homens não declararam que eram Deus, e Jesus o fez. E é este ponto que o torna tão distinto dos outros líderes religiosos. Por ser essa pessoa tão marcante, queremos nessa nova série ressaltar as características mais importantes desse Jesus, desvendar o seu real propósito para o ser humano e conhecer mais a fundo o seu grande legado para a humanidade. A primeira característica marcante de Jesus estava na maneira como amava as pessoas. Mesmo antes de nascer como homem e viver entre nós, o amor foi a razão principal de ter vindo ao mundo, como está escrito em João 3:16 “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. O que fez Jesus vir a terra foi o amor, um amor que não se pode medir através de palavras, pois jamais ouve alguém capaz de entregar de forma literal a sua própria vida em favor de uma humanidade contaminada e condenada à morte em razão do pecado. O apostolo Paulo cita uma passagem que traduz muito bem esse amor: “Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Romanos 5:8). Quando olhamos mais a fundo para esse texto encontramos algumas palavras que definem bem o amor de Jesus pela humanidade:

a) Voluntário: Deus prova o seu amor por nós


O amor de Jesus não foi movido por algum tipo de interesse, Ele não amou as pessoas para receber algo em troca ou para tentar se promover. Quando digo que Seu amor foi voluntario é porque Ele mesmo escolheu amar, ninguém O obrigou a ir até a cruz e morrer pelas outras pessoas, Ele mesmo afirma: “Por isso é que meu Pai me ama, porque eu dou a minha vida para retomá-la. Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade...” (João 10:17,18). Jesus não fez uma escolha difícil, por mais que isso seja complicado de entender, o amor é algo inseparável, faz parte dos atributos de Jesus, como diz João: “Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (1 João 4:8). João está dizendo que para Deus o amor não é um mero sentimento, o amor é o próprio Deus, Ele é o amor.

b) Sacrificial: Cristo morreu em nosso favor

O amor sacrificial é aquele capaz de dar a vida pela outra pessoa, morrer no lugar de quem se ama, mas você pode indagar dizendo: “Mas qualquer pessoa que ama de verdade pode fazer, um pai pode morrer para salvar um filho, um marido pode morrer por amor a sua esposa”. A questão que torna o amor sacrificial de Jesus diferente é que Ele não morreu apenas por pessoas que lhes eram próximas, que tivessem alguma relação de intimidade ou que fosse justa e boa; Jesus morreu por aqueles que O odiavam, que O desprezavam, que cuspiram em Seu rosto, que O açoitaram e lhes traíram, Ele mesmo nos ensinou a amar os nossos inimigos - “Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem” (Mateus 5:44). Jesus foi capaz de olhar para aqueles que pediam a Sua morte e dizer em oração: “...Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo...” (Lucas 23:34).

c) Incondicional: ainda éramos pecadores

O amor de Deus não muda, não se amolda por determinada circunstância, não se conduz por conveniência, ele é perene, constante. Sua escolha pela humanidade não levou em conta seus pecados cometidos, pois mesmo antes do homem conhecer a Jesus, esse já o amava. Paulo foi um grande inimigo de Jesus, a ponto do próprio Jesus indagá-lo dizendo: “...Saulo, Saulo, por que me persegues...” (Atos 26:14). Porém, mesmo antes de se tornar seu aliado, Jesus já amava a Paulo, pois o Seu amor é incondicional. Deus não resolveu amar Paulo simplesmente por que este mudou de vida, se arrependeu de seus erros, e decidiu tornar-se um apostolo; Ele o amou quando ainda era um pecador e nada é capaz de mudar isso, pois a escolha foi feita primeiramente por Deus: “Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro” (1 João 4:19).

Perguntas para o Grupo Multiplicador:

1. Qual a prova de que Jesus realmente nos ama? 2. De que forma eu tenho retribuído a esse amor? 3. Qual relação entre o amor de Jesus e a salvação? Para assistir a mensagem no Youtube clique no link: http://ibrthe.com/Mensagem01-SerieJesus

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